quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Eu não vejo o que os outros conseguem ver em outra pessoa, a não ser em você.

Sempre tive sonhos que se repetem. Muitos deles envolvem nuvens e pessoas usando nuvens como meio de transporte. Acordo sempre com vontade de pisar na primeira nuvem que aparecer na minha frente. Elas nunca aparecem. E quando aparecem, estão lá no alto, te fazendo chover em mim. E eu não tenho guarda-chuva. Deixo os pingos percorrerem seu caminho aleatório pela minha pele ou serem absorvidos por fibras, tecidos e cabelos. Mas, na verdade, tudo que eu queria era, pelo menos por um dia, que uma nuvem descesse para me dar uma carona, sair para passear comigo, me levando para onde bem entendesse e, que quando cansada do fardo, me jogasse lá de cima, para chover em cima de ti.

Como precipitada que sou, nada mais sensato do que precipitar.

0 comentários:

Postar um comentário

acima de tudo, respeito!